Eu já disse que as músicas que faço não estão propriamente feitas, estão em fase de crescimento? Oh, pois, já disse, montes de vezes. Convém recordar, de vez em quando. É preciso imaginá-las no futuro, crescidas, adultas, com filharada a crescer também, a cruzarem-se com tudo o que se quiser. Elas estão ainda na fase de semente, podem germinar ou não, não quero prometer nada (promessas causam stress e este é um blog que se vai fazendo, como as músicas, nas calmas).
quinta-feira, novembro 25, 2004
segunda-feira, novembro 22, 2004
New Song
"Marble Giant". O gigante não é polido, mas esforça-se por não pisar as flores. O tempo encarregar-se-á de o esculpir.
P.S. - O som não tem nada a ver com os Young Marble Giants. A forma como ele foi obtido, com um mínimo de recursos, isso acho que sim. O título, esse, não partiu dos YMG, mas de alguma maneira foi lá parar.
sexta-feira, novembro 12, 2004
segunda-feira, novembro 01, 2004
Halloween
Só para avisar que este blog vai ter de ficar a aboborar um bocado. All work and no play makes Jack a dull boy. All work and no play makes Jack a dull boy. All work and no play makes Jack a dull boy...
segunda-feira, outubro 04, 2004
Problemas existenciais
Eu sei que não devia fazer isto. Não se pode ver o quadro antes do pintor o acabar, não se pode ouvir a música antes dela estar terminada. O homem das cavernas já o sabia: "só mostro a parede quando ela estiver pronta, antes não". Porque é que eu não sei isto? Eu e a minha curiosidade em ver o que está do outro lado da tela do pintor, em todas as fases da pintura... Como é que se cria? A arte é arte antes de estar acabada? Faz sentido deixar as pessoas a imaginar como seria a obra se estivesse pronta? Ou a perguntar se aquilo é o produto final ou não? Se virmos como se está a fazer a pintura, podemos ver logo que ela não vai prestar? Se se estraga o efeito surpresa está o caldo entornado?
E esta ideia de deixar as coisas para os outros ouvirem, alterarem, fazerem o que quiserem, desde que criem. É um disparate, se for a ver. Mas há por acaso obras-primas universais que tenham sido feitas em grupo, por iterações, observadas pelo público? O Linux é para aqui chamado alguma vez? Não, as pessoas que querem realmente criar criam tudo, desde o princípio, não há gozo em recriar o que outro fez, isso só se faz hoje em dia pelo dinheiro.
OK, isto não se deve fazer. OK, eu faço.
E esta ideia de deixar as coisas para os outros ouvirem, alterarem, fazerem o que quiserem, desde que criem. É um disparate, se for a ver. Mas há por acaso obras-primas universais que tenham sido feitas em grupo, por iterações, observadas pelo público? O Linux é para aqui chamado alguma vez? Não, as pessoas que querem realmente criar criam tudo, desde o princípio, não há gozo em recriar o que outro fez, isso só se faz hoje em dia pelo dinheiro.
OK, isto não se deve fazer. OK, eu faço.
sábado, outubro 02, 2004
domingo, setembro 19, 2004
T.S.C. in a nutshell
Se só agora deu com este blog, aqui vai um breve introdução. O autor diverte-se com o seu sintetizador. Descobriu a liberdade de fazer o que lhe apetece e finge que é músico e tem um grupo. Descobriu que se diverte muito mais se:
- não tiver que ter coerência no que faz
- não tiver que fazer boa música
- não pretender agradar
- não tiver de se publicitar
- não tiver de corrigir todos os erros que faz inevitavelmente
- não tiver que escrever sempre no blog, ou fazer uma nova música periodicamente
- não pretender ser músico.
Não se espere nada deste blog ou do grupo. Ele é uma ferramenta para o autor se conhecer, pode durar toda uma vida. O autor nunca imaginou que fosse fazer desta música. Deixa-se ir e diverte-se (espanta-se) com alguns sons que que saiem. As músicas que deixa online são para acabar, se puder, sem promessas, sem stress. O autor fala na 3a pessoa, o que é mau sinal.
O autor descobriu a liberdade. Liberdade de não ter de fazer música segundo as regras ou de não ter de escrever os posts do blog com todo o cuidado. Curiosamente, agora que descobriu a liberdade, quase não tem tempo para ela.
- não tiver que ter coerência no que faz
- não tiver que fazer boa música
- não pretender agradar
- não tiver de se publicitar
- não tiver de corrigir todos os erros que faz inevitavelmente
- não tiver que escrever sempre no blog, ou fazer uma nova música periodicamente
- não pretender ser músico.
Não se espere nada deste blog ou do grupo. Ele é uma ferramenta para o autor se conhecer, pode durar toda uma vida. O autor nunca imaginou que fosse fazer desta música. Deixa-se ir e diverte-se (espanta-se) com alguns sons que que saiem. As músicas que deixa online são para acabar, se puder, sem promessas, sem stress. O autor fala na 3a pessoa, o que é mau sinal.
O autor descobriu a liberdade. Liberdade de não ter de fazer música segundo as regras ou de não ter de escrever os posts do blog com todo o cuidado. Curiosamente, agora que descobriu a liberdade, quase não tem tempo para ela.
New Song
"Pig Dreams", feita agora. Como serão os sonhos dos porcos, aqueles que comemos? Serão belos e grandiosos, contrariamente ao espaço que lhes damos para viver? Não faço ideia como me surgiu esta pergunta ao ouvir esta música, mas aconteceu.
sexta-feira, setembro 10, 2004
domingo, setembro 05, 2004
New Song
"Another world, some other time". Era para ser uma marcha de protesto, mas ela não estava lá muito virada para isso.
sábado, setembro 04, 2004
quinta-feira, agosto 12, 2004
New version
"The C.L.O.U.D. Movement (skeleton)". É giro desconstruir. Pegar fogo à fénix para vê-la renascer (mas não sou nenhum pirómano - só queimo música!). Como será o esqueleto de uma nuvem? Suave e delicado, imagino. Visto com raios X vêem-se melhor as imperfeições, mas eu não me importo.
quarta-feira, agosto 11, 2004
New Song
"The what's its name song". Esta começou esta noite, não sei bem como. Depois, fui juntando uns pózinhos. Depois ainda, ficou online. Como sempre, se repetisse, não saberia fazer igual. De resto, nem saberia voltar a tocá-la (ai ai, não devia dizer isto). O que vale é que há o botão "Play".
Criar
É tão bom criar só por criar... mesmo que sejamos os únicos a ouvir... mesmo que não gostemos do que ficou, mesmo que não saibamos o que fizemos, mesmo que o que fizemos não esteja acabado... É tão bom termos total liberdade para fazer o que nos apetece, sem pensar muito no resultado final... sem compromissos, obrigações, espectativas... que saia o que calhar, acabe-se quando se quiser, continue quem quiser!
sexta-feira, julho 30, 2004
New Songs
Comedidas, desmedidas, esquisitas, desafinadas e o diabo a 4. Este blog fez um ano, mas ainda não sabe andar (nem nadar).
"The C.L.O.U.D. Movement"
"Around, About"
"Towards Confusion"
"Subliminal Tango".
"The C.L.O.U.D. Movement"
"Around, About"
"Towards Confusion"
"Subliminal Tango".
quinta-feira, julho 29, 2004
segunda-feira, julho 19, 2004
sexta-feira, julho 16, 2004
M'espanto às vezes...
...outras m'avergonho. Relendo o post anterior, vejo que estou mesmo a precisar de férias... :-)
segunda-feira, julho 12, 2004
Não,
este blog não morreu. Anda belo adormecido, com a persiana de scroll perra, não vai nem para cima nem para baixo. Bem, para baixo vai. O futuro, que escorrega pelas paredes do écran enquanto traz os posts, anda com falta de tempo e deixou de fazer a manutenção. Vou ter de lhe puxar as orelhas. Afinal de contas, o blog ainda está na garantia (mas por pouco tempo, está quase a fazer um ano...). Mas ele não perde pela demora, vai ver (e ouvir).
domingo, junho 13, 2004
Archives
Não sei como, tinha perdido os arquivos deste humilde blog. Já estão de volta, na coluna da direita.
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To Phoebe, with awe: "