"Delirium of the tiny bald horses". Estou a expandir os horizontes, mas acho que exagerei, está um bocado áspera. Quando puder ponho-lhe umas vendas, como aos burros.
terça-feira, setembro 12, 2006
New Song
"Delirium of the tiny bald horses". Estou a expandir os horizontes, mas acho que exagerei, está um bocado áspera. Quando puder ponho-lhe umas vendas, como aos burros.
quarta-feira, setembro 06, 2006
domingo, agosto 06, 2006
New Songs
"Fragmentation Song" e
"Relaxed Fiddler".Sons despreocupadamente à deriva. Quentes, alegres, veraneantes e silly.
quarta-feira, julho 19, 2006
Lost in Serendip
Estou neste momento a ouvir algumas das músicas mais antigas, que não publiquei. Encontro coisas de que gosto um pouco por todo o lado. Músicas às dezenas, variadas, incompletas, imperfeitas, diferentes. Ou talvez não tão diferentes assim do que fiz até agora (há um padrão que surge com o aumento de estatística, mesmo querendo fugir a padrões). Uma coisa parece certa: à força de ouvir sons esquisitos e de criar músicas sem ligar às convenções que conheço, perdi as referências. Já não sei o que é uma boa música. Já não sei o que ela é suposto ter, a que regras deve obedecer, se deve ter o ritmo certinho ou não, se as notas devem soar melódicas ou se o que as torna interessantes é precisamente a dissonância, que falhas são admissíveis, já nem sei o que isso é. As misturas mais disparatadas de instrumentos parecem-me tão boas quanto as mais convencionais, esqueci-me do que é a música e para que serve. No processo de composição, é suposto tentar-se perceber o que se gosta numa música para se poder aprofundar o que a melhora, mas definitivamente perdi o gosto, parece que quase tudo serve, parece que tudo pode ser belo se se quiser. Mas não pode ser. Como é possível que tanta coisa feita à pressa, sem cuidado, possa prestar? Obviamente não pode.
Mas racionalizar demasiado parece estragar o prazer de ouvir sons. (E porque é que gostamos tanto de ouvir certos sons? Oh, lá estou eu outra vez.) O melhor é mesmo seguir a intuição, sem a querer perceber.
Mas racionalizar demasiado parece estragar o prazer de ouvir sons. (E porque é que gostamos tanto de ouvir certos sons? Oh, lá estou eu outra vez.) O melhor é mesmo seguir a intuição, sem a querer perceber.
New Song
"An Insomnia Dream". Logo agora, que não consigo dormir, surge uma música hipnótica, como se sonhasse acordado um midsummer night's dream...
sábado, julho 15, 2006
New Song
"To flu like a bird". É engraçado como estas coisas acontecem. Tinha postado a fotografia abaixo e eis que depois, por acaso, calhou aparecer-me no teclado uma música que lembra pássaros (o título também já existia). A música surgiu sem eu querer, como sempre. (Eu não devia contar estas coisas, devia era manter o mistério e bla bla bla, mas isso é mais para artistas.)De certa maneira, esta música lembra-me algumas do belo último album da Kate Bush, onde surgem também pássaros, embora seja completamente diferente.
sábado, julho 08, 2006
quarta-feira, junho 28, 2006
terça-feira, junho 27, 2006
sábado, junho 17, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
quinta-feira, junho 15, 2006
sábado, junho 10, 2006
New Song
"Searching for my Yo-Yo". É triste ver um homem crescido tão obcecado por um Yo-Yo... Enfim, coisas do acaso...
sábado, junho 03, 2006
sábado, maio 27, 2006
sábado, maio 20, 2006
sexta-feira, maio 19, 2006
A song

Quando quero gravar uma música, o nome que o sintetizador sugere por defeito é "SONG_000". Como o teclado não tem letras, para escrever um novo nome tenho de rodar um botão para escolher uma letra, o que significa que não é prático escrever um novo nome inteiro de cada vez que quero gravar uma nova música. Assim, as músicas têm nomes como "SONG_001", "SONG_002", etc.
Se, numa dada música, vou por um caminho diferente que pode não resultar, gravo com um novo nome, para manter a versão anterior. Fico assim com a "SONG_01A", uma derivação da "SONG_001". Se uma nova derivação surge a partir da 1ª versão, fica "SONG_01B", "SONG_01C", etc. Se continuo a modificar uma destas sub-versões e quero manter o que está para trás, ramifico novamente: "SONG_1AA", "SONG_1AB", etc.
Ou seja, uma árvore.
Será que a Natureza me está a dizer que se cria assim? Que se procura assim? A criação e a procura são indissociáveis? A forma mais prática de se criar algo é aproveitar o que existe e aplicar-lhe uma ligeira transformação (em vez de se começar do zero de cada vez)? Tudo o que evolui cria árvores? Que árvores cria o Homem? Se ideias a evoluir são árvores, porque não as vemos mais vezes representadas como tal?
Cada vez gosto mais de árvores.
domingo, maio 07, 2006
Go-Betweens
Ainda há 2-3 semanas andava por aí a pensar como os Go-Betweens devem ser a banda pop mais perfeita que conheço, enquanto ouvia o "Oceans Apart" e outros, acabados de comprar. Sei agora que Grant McLennan morreu ontem, o que me muito me entristece, teria ainda tanto para nos dar. E 3 dias antes da sua morte dizia eu isto... Obrigado pelos dias iluminados e pelos muitos bons momentos que ficaram.
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